http://imasters.com.br/noticia/iot-vai-movimentar-64-bilhoes-de-coisas-conectadas-em-2016/
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
segunda-feira, 6 de abril de 2015
MBA em IoT
MBA em IoT
Terá início no segundo semestre de 2015, o MBA Internet of Things (IoT) a ser ministrado pela Escola Politécnica da USP através do programa PECE (Programa de Educação Continuada em Engenharia), coordenada pelo Prof. Dr. Kechi Hirama.A duração do curso é de 18 (dezoito) meses, sendo a carga horária total de 560 (quinhentos e sessenta) horas, onde se incluem 80 (oitenta) horas para elaboração da monografia.
O curso é constituído de 16 (dezesseis) disciplinas que abordarão conceitos, leis e regulamentações, técnicas, gestão e aplicações de IoT. Nas disciplinas de aplicações, profissionais e especialistas de mercado e de governo farão palestras sobre aplicações da IoT no Brasil e no Mundo.
As aulas ocorrerão de 2a. a 5a.feira das 19:00 às 22:00.
Maiores informações em: http://www.pecepoli.com.br/PT/IOT/
domingo, 15 de março de 2015
INTERNET DAS COISAS EM PRAÇAS E LIXEIRAS DE BOSTON
Cidade com grandes ligações acadêmicas – basta lembrar o MIT e a Universidade Harvard – Boston cultua as inovações. O mais recente exemplo é o projeto Soofa, uma rede de sensores que promete movimentar vários bilhões de dólares no futuro, segundo especialistas. Instalado ao longo de parques da cidade e no campus do MIT e do Babson College, trata-se de um simples banco de praça capaz de exercer várias funções.
Seu painel solar capta e armazena energia, possibilitando recarregar seu celular em suas saídas USB. Seu software avalia o nível de barulho e qualidade do ar, enviando informações para consultas em seu website, o que ajuda os habitantes a programarem suas atividades, como, por exemplo, evitar corridas em ambientes mais poluídos.
Veja mais em:
http://epocanegocios.globo.com/Caminhos-para-o-futuro/Desenvolvimento/noticia/2015/03/internet-das-coisas-em-pracas-e-lixeiras-de-boston.html
(acesso em 15/03/2015)
Seu painel solar capta e armazena energia, possibilitando recarregar seu celular em suas saídas USB. Seu software avalia o nível de barulho e qualidade do ar, enviando informações para consultas em seu website, o que ajuda os habitantes a programarem suas atividades, como, por exemplo, evitar corridas em ambientes mais poluídos.
Veja mais em:
http://epocanegocios.globo.com/Caminhos-para-o-futuro/Desenvolvimento/noticia/2015/03/internet-das-coisas-em-pracas-e-lixeiras-de-boston.html
(acesso em 15/03/2015)
segunda-feira, 2 de março de 2015
The Industrial Internet of Things is Fueling Oil and Gas
As the Industrial Internet of Things becomes mainstream, oil and gas companies are able to make decisions “on the edge”—where digital and physical worlds meet.
The increasing connectivity of devices is enabling better decision making, creating new ways for safer, more efficient operations, and is bringing key information from all over the business directly to the people that can use it most—usually in the field. With people and machines coming online together, the industry needs to stay ahead of the curve in determining their strategy for how to use this technology to their advantage. See three big ways the Industrial Internet of Things is blurring the lines between digital and the physical for oil and gas companies.
See more at the link below:
http://www.accenture.com/us-en/Pages/insight-trends-energy-industrial-internet-things-fueling-oil-gas.aspx
See more at the link below:
http://www.accenture.com/us-en/Pages/insight-trends-energy-industrial-internet-things-fueling-oil-gas.aspx
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
CASAGRAS 2 EU
About CASAGRAS:
We are a key group of international partners representing Europe, the USA,
China, Japan and Korea who has joined a strategic EU funded 7th Framework
initiative that will look at global standards, regulatory and other issues
concerning RFID and its role in realising an “Internet of Things.”
This is regarded as a global integrated intelligent infrastructure that will exploit developments in pervasive networking and interfacing with the physical world through existing and future developments in RFID and associated technologies.
It is expected that the Internet of Things will engage with today’s internet and its future development providing an integrated item intelligent world that can serve the future information and management needs of industry and commerce and the wider needs of the information society.
This is regarded as a global integrated intelligent infrastructure that will exploit developments in pervasive networking and interfacing with the physical world through existing and future developments in RFID and associated technologies.
It is expected that the Internet of Things will engage with today’s internet and its future development providing an integrated item intelligent world that can serve the future information and management needs of industry and commerce and the wider needs of the information society.
See the link below for more information:
http://www.iot-casagras.org/about_us
Como a internet das coisas vai atropelar o capitalismo
Nos últimos 300 anos, o mundo passou por duas revoluções industriais: a primeira liderada pela Inglaterra no fim do século XVIII, e a segunda, pelos Estados Unidos, algumas décadas depois. O pioneirismo transformou esses países em potências mundiais.
De acordo com o pensamento do economista norte-americano Jeremy Rifkin, foi dada a largada para uma nova corrida industrial entre as nações, e desta vez a Alemanha saiu na frente. Guru de executivos e chefes de estado, como a alemã Angela Merkel, Rifkin explica em seu último livro, The Zero Marginal Cost Society: The Internet of Things, the Collaborative Commons, and the Eclipse of Capitalism (A sociedade do custo marginal zero: a internet das coisas, os bens comuns colaborativos e o eclipse do capitalismo), como a internet das coisas está dando origem à economia do compartilhamento, que deverá superar o capitalismo até a metade do século.
Veja mais em:
http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/02/como-internet-das-coisas-vai-atropelar-o-capitalismo.html
De acordo com o pensamento do economista norte-americano Jeremy Rifkin, foi dada a largada para uma nova corrida industrial entre as nações, e desta vez a Alemanha saiu na frente. Guru de executivos e chefes de estado, como a alemã Angela Merkel, Rifkin explica em seu último livro, The Zero Marginal Cost Society: The Internet of Things, the Collaborative Commons, and the Eclipse of Capitalism (A sociedade do custo marginal zero: a internet das coisas, os bens comuns colaborativos e o eclipse do capitalismo), como a internet das coisas está dando origem à economia do compartilhamento, que deverá superar o capitalismo até a metade do século.
Veja mais em:
http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/02/como-internet-das-coisas-vai-atropelar-o-capitalismo.html
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Novo Post do Fórum Brasileiro de IOT
NOTÍCIAS DO FÓRUM ! URGENTE !
http://www.iotbrasil.com.br/new/noticias-do-forum-urgente/
VEJA ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO FÓRUM BRASILEIRO DE IOT
http://www.iotbrasil.com.br/new/noticias-do-forum-urgente/
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
FÓRUM BRASILEIRO DE IOT
Informações sobre o conteúdo do seminário do Fórum de 5 set 2014, São Paulo! IoT aplicada na melhoria de vida nas cidades!
Veja mais no link:
http://www.iotbrasil.com.br/new/informacoes-sobre-o-conteudo-do-seminario-do-forum-de-5-set-2014-sao-paulo-iot-aplicada-na-melhoria-de-vida-nas-cidades/
Veja mais no link:
http://www.iotbrasil.com.br/new/informacoes-sobre-o-conteudo-do-seminario-do-forum-de-5-set-2014-sao-paulo-iot-aplicada-na-melhoria-de-vida-nas-cidades/
O que muda com a Internet das Coisas
Toda vez que uma pessoa sai para correr no parque com o smartphone no bolso e este gadget registra, em um aplicativo, a velocidade, a distância e o tempo do exercício, o usuário está fazendo uso da internet das coisas. O exemplo é do pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Emerson Cagliari. “Embora essa ferramenta ainda seja vista por algumas pessoas como algo distante do dia a dia, seu uso já é bastante comum”, diz. E deve crescer ainda mais. De acordo com a consultoria Internacional Data Corporation (IDC), 212 bilhões de dispositivos serão conectados até o final de 2020.
Leia mais no link:
http://info.abril.com.br/noticias/it-solutions/2014/07/o-que-muda-com-a-internet-das-coisas.shtml
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
A Internet das Coisas e a Eficiência Energética
Intercomunicação e serviços através de dispositivos integrados na Web abrem enormes oportunidades para eficiência energética em redes inteligentes. Dispositivos inteligentes em edifícios que seguem práticas LEED estarão ligados em redes para monitorar o consumo de energia em tempo real, permitindo que ações imediatas para economia de energia.
Ao longo dos últimos anos, temos assistido a duas grandes tendências no mundo dos dispositivos embarcados. Primeiro, o hardware está se tornando cada vez menor, mais barato e mais potente, de modo que muitos dispositivos em breve terá capacidade de comunicação e computação. Os objetos serão capazes de se conectar, interagir e cooperar com outros objetos sem a intervenção humana, um ambiente conhecido como Internet of Things (IOT).
A Internet of Things (IOT) se refere a objetos único (as coisas) e suas representações virtuais em uma estrutura semelhante a Internet. O termo Internet das Coisas foi usado primeiramente por Kevin Ashton, em 1999. O conceito se tornou popular através do Auto-ID Center e publicações relacionadas com analistas de mercado. A tecnologia de identificação por frequência de rádio (RFID) é muitas vezes visto como um pré-requisito para a Internet das Coisas. Se todos os objetos da vida cotidiana foram equipados com etiquetas de RFID, que possam ser identificados e inventariados por computadores teremos como interagir com eles.
Com todos os objetos do mundo equipados com minúsculos dispositivos de identificação, a vida cotidiana sofrerá uma enorme transformação. As empresas não iriam ficar sem estoque produtos ou resíduos, como as partes envolvidas se saber quais os produtos são necessários e consumidos. O extravio de peças seriam facilmente rastreadas e localizadas. Sua capacidade de interagir com os objetos poderiam ser alterados remotamente com base no seu status e configuração.
Como essas duas tendências não são de domínio específico, mas comum a vários setores, estamos diante de uma tendência em que os serviços baseados em sistemas de informação ultrapassam a fronteira entre os mundos físico e virtual, fornecendo um terreno fértil para uma nova realidade.
Onde a Internet of Things se relaciona com o Smart Grid? Com os eletrodomésticos terão capacidade de se comunicar, automaticamente, com outros dispositivos teremos condições de gerenciar o consumo de energia dentro de casa, por exemplo. Além disso, os aparelhos poderão se comunicar com cada vez mais uns aos outros tornando os edifícios mais inteligentes otimizando os sistemas de ventilação, aquecimento e ar condicionado (HVAC), entre outras coisas.
Ainda mais importante, através de aplicações compostas usando do mundo real dos serviços, maquinaria industrial e toda a cidade, infraestruturas poderão ser controladas remotamente para negociar o consumo de energia evitando os picos de consumo.
Para facilitar essas conexões, a investigação e a indústria estão desenvolvendo uma série de protocolos de baixo consumo de energia de rede, como Zigbee e Bluetooth e, mais recentemente, o IPv6, em uma versão otimizada para recursos limitados dispositivos chamados 6LoWPAN .
Dois tipos de arquiteturas orientadas a serviços destacam-se como potenciais candidatos para permitir interfaces de uniformes para objetos inteligentes: a Transferência de Estado Representacional (REST – REpresentational State Transfer) e Web Services (WS).
Os Web Services declaram sua funcionalidade e interfaces através do Web Services Description Language (WSDL). A solicitação do cliente e a resposta dos objetos serviço são encapsulados utilizando o Simple Object Access Protocol (SOAP) e transmitida através da rede, geralmente, usando o protocolo HTTP. Além disso, o padrão WS define conceitos, tais como endereçamento, segurança e descoberta. Apesar de WS ter sido criado para suportar a interoperabilidade de aplicativos empresariais, trabalhos têm sido feitos para adaptá-lo às necessidades de dispositivos com recursos limitados. Formas mais leves de WS, como o Perfil de Dispositivos para Web Services (DPWS) , são orientados para aplicações da Internet of Things.
REpresentational State Transfer (REST) é um estilo de arquitetura de software para distribuídos sistemas como o World Wide Web. A Web é uma implementação de princípios RESTful, que usa as URLs para identificar recursos e HTTP como sua interface de serviço. Os recursos podem ter diversos formatos de representação (HTML, JSON, e assim por diante) negociados em tempo de execução usando HTTP para a negociação de conteúdo. Em um pedido REST típico, o cliente descobre a URL de um serviço que quer chamar e segue os links em sua representação HTML. O cliente envia uma chamada HTTP para esta URL com um determinado comando (como GET, POST ou PUT) com uma série de opções para aceitar o formato e uma carga útil no formato negociado (como XML ou JSON). Vários projetos de pesquisa recentes propõem implementar os serviços Web RESTful para coisas inteligentes , conhecidas como “Web of Things”.
Ambas as abordagens têm vantagens e desvantagens. Geralmente, os Web Services são preferidos quando recursos de segurança avançados são necessários, enquanto o serviço RESTful, graças à sua facilidade de uso e peso leve adapta-se melhor em dispositivos com recursos limitados.
Como a visão de uma Internet das coisas está lentamente se materializando graças a SOAs, o desafio é otimizar os protocolos da Internet e da Web para atender às necessidades de dispositivos com recursos limitados. Ao considerar bilhões de coisas conectadas à Web ou a Internet, como será possível negociar o consumo de energia de uma coisa inteligente? Além disso, se bilhões de coisas inteligentes estão na Web, como gerenciar e controlar o acesso aos seus serviços?
Estas são apenas algumas das questões sobre as quais os pesquisadores terão que se concentrar para implementar uma rede global e interoperável de aparelhos de uso diário que irá suportar o uso de redes inteligentes.
Fonte: http://nmentors.com.br/web/index.php/a-internet-das-coisas-e-a-eficiencia-energetica/
Ao longo dos últimos anos, temos assistido a duas grandes tendências no mundo dos dispositivos embarcados. Primeiro, o hardware está se tornando cada vez menor, mais barato e mais potente, de modo que muitos dispositivos em breve terá capacidade de comunicação e computação. Os objetos serão capazes de se conectar, interagir e cooperar com outros objetos sem a intervenção humana, um ambiente conhecido como Internet of Things (IOT).
A Internet of Things (IOT) se refere a objetos único (as coisas) e suas representações virtuais em uma estrutura semelhante a Internet. O termo Internet das Coisas foi usado primeiramente por Kevin Ashton, em 1999. O conceito se tornou popular através do Auto-ID Center e publicações relacionadas com analistas de mercado. A tecnologia de identificação por frequência de rádio (RFID) é muitas vezes visto como um pré-requisito para a Internet das Coisas. Se todos os objetos da vida cotidiana foram equipados com etiquetas de RFID, que possam ser identificados e inventariados por computadores teremos como interagir com eles.
Com todos os objetos do mundo equipados com minúsculos dispositivos de identificação, a vida cotidiana sofrerá uma enorme transformação. As empresas não iriam ficar sem estoque produtos ou resíduos, como as partes envolvidas se saber quais os produtos são necessários e consumidos. O extravio de peças seriam facilmente rastreadas e localizadas. Sua capacidade de interagir com os objetos poderiam ser alterados remotamente com base no seu status e configuração.
Como essas duas tendências não são de domínio específico, mas comum a vários setores, estamos diante de uma tendência em que os serviços baseados em sistemas de informação ultrapassam a fronteira entre os mundos físico e virtual, fornecendo um terreno fértil para uma nova realidade.
Onde a Internet of Things se relaciona com o Smart Grid? Com os eletrodomésticos terão capacidade de se comunicar, automaticamente, com outros dispositivos teremos condições de gerenciar o consumo de energia dentro de casa, por exemplo. Além disso, os aparelhos poderão se comunicar com cada vez mais uns aos outros tornando os edifícios mais inteligentes otimizando os sistemas de ventilação, aquecimento e ar condicionado (HVAC), entre outras coisas.
Ainda mais importante, através de aplicações compostas usando do mundo real dos serviços, maquinaria industrial e toda a cidade, infraestruturas poderão ser controladas remotamente para negociar o consumo de energia evitando os picos de consumo.
Para facilitar essas conexões, a investigação e a indústria estão desenvolvendo uma série de protocolos de baixo consumo de energia de rede, como Zigbee e Bluetooth e, mais recentemente, o IPv6, em uma versão otimizada para recursos limitados dispositivos chamados 6LoWPAN .
Dois tipos de arquiteturas orientadas a serviços destacam-se como potenciais candidatos para permitir interfaces de uniformes para objetos inteligentes: a Transferência de Estado Representacional (REST – REpresentational State Transfer) e Web Services (WS).
Os Web Services declaram sua funcionalidade e interfaces através do Web Services Description Language (WSDL). A solicitação do cliente e a resposta dos objetos serviço são encapsulados utilizando o Simple Object Access Protocol (SOAP) e transmitida através da rede, geralmente, usando o protocolo HTTP. Além disso, o padrão WS define conceitos, tais como endereçamento, segurança e descoberta. Apesar de WS ter sido criado para suportar a interoperabilidade de aplicativos empresariais, trabalhos têm sido feitos para adaptá-lo às necessidades de dispositivos com recursos limitados. Formas mais leves de WS, como o Perfil de Dispositivos para Web Services (DPWS) , são orientados para aplicações da Internet of Things.
REpresentational State Transfer (REST) é um estilo de arquitetura de software para distribuídos sistemas como o World Wide Web. A Web é uma implementação de princípios RESTful, que usa as URLs para identificar recursos e HTTP como sua interface de serviço. Os recursos podem ter diversos formatos de representação (HTML, JSON, e assim por diante) negociados em tempo de execução usando HTTP para a negociação de conteúdo. Em um pedido REST típico, o cliente descobre a URL de um serviço que quer chamar e segue os links em sua representação HTML. O cliente envia uma chamada HTTP para esta URL com um determinado comando (como GET, POST ou PUT) com uma série de opções para aceitar o formato e uma carga útil no formato negociado (como XML ou JSON). Vários projetos de pesquisa recentes propõem implementar os serviços Web RESTful para coisas inteligentes , conhecidas como “Web of Things”.
Ambas as abordagens têm vantagens e desvantagens. Geralmente, os Web Services são preferidos quando recursos de segurança avançados são necessários, enquanto o serviço RESTful, graças à sua facilidade de uso e peso leve adapta-se melhor em dispositivos com recursos limitados.
Como a visão de uma Internet das coisas está lentamente se materializando graças a SOAs, o desafio é otimizar os protocolos da Internet e da Web para atender às necessidades de dispositivos com recursos limitados. Ao considerar bilhões de coisas conectadas à Web ou a Internet, como será possível negociar o consumo de energia de uma coisa inteligente? Além disso, se bilhões de coisas inteligentes estão na Web, como gerenciar e controlar o acesso aos seus serviços?
Estas são apenas algumas das questões sobre as quais os pesquisadores terão que se concentrar para implementar uma rede global e interoperável de aparelhos de uso diário que irá suportar o uso de redes inteligentes.
Fonte: http://nmentors.com.br/web/index.php/a-internet-das-coisas-e-a-eficiencia-energetica/
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Mercado da Internet das coisas será de US$ 9 bilhões em 2020
A taxa de crescimento prevista entre o 2013 e 2020 é de 7,9%, segundo a IDC
ANTONY SAVVAS, COMPUTERWORLD/EUA
07 de outubro de 2013 - 13h31
A dinâmica para a conectividade da Internet das coisas (IC) – ou Internet of Things (IoT) – deverá criar um mercado de 8,9 bilhões de dólares em 2020, de acordo com a IDC. A consultoria prevê que o segmento deverá crescer a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 7,9% entre 2013 e 2020.
O mercado de Internet das Coisas abrange sensores de medição e comunicação máquina a máquina. “A dinâmica da Internet das Coisas é impulsionada por uma série de fatores. Não há dúvida de que as empresas e a procura no segmento doméstico existem e continuarão a expandir-se”, diz o analista da IDC, Vernon Turner.
Segundo a consultoria, os estímulos de mercado para o crescimento da Internet das Coisas incluem o contínuo desenvolvimento de “smart cities”, dos automóveis e das casas inteligentes, além de uma cultura crescente de conectividade pessoal. Há no entanto desafios que precisam de ser superados para o crescimento do segmento ser sustentado, especialmente do lado da oferta.
Eles incluem a falta de normas, de capacidade de expansão global, e de um “ecossistema para o desenvolvimento de aplicações”. Do lado da procura, segundo a consultora, os desafios incluem a falta de sensibilidade para o tema e outras prioridades de TI e mobilidade.
Apesar dos desafios, a consultoria espera que a base instalada da Internet das Coisas será de aproximadamente 212 mil milhões de “coisas” à escala mundial até ao final de 2020.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
A INTERNET DAS COISAS E OUTRAS COISAS
O pesquisador do MIT (Massachusetts Institute of Technology) criador do popular termo “Internet das Coisas”, Kevin Ashton, será um dos palestrantes do ECM Show São Paulo, que acontece em outubro deste ano. 
O especialista irá falar sobre as principais tendências do mercado de gestão de conteúdo corporativo, como o RFID, sensores e tecnologia embarcada em objetos comuns, que irão construir a Internet das Coisas daqui para frente e as implicações desse novo cenário.
Veja mais em:
http://ecmshow.com.br/2013/
O especialista irá falar sobre as principais tendências do mercado de gestão de conteúdo corporativo, como o RFID, sensores e tecnologia embarcada em objetos comuns, que irão construir a Internet das Coisas daqui para frente e as implicações desse novo cenário.
Veja mais em:
http://ecmshow.com.br/2013/
domingo, 6 de outubro de 2013
Matéria de Capa da TV Cultura sobre Cidades Inteligentes. Não percam!
http://tvcultura.cmais.com.br/materiadecapa/videos/materia-de-capa-cidades-do-futuro
Enjoy it!
http://tvcultura.cmais.com.br/materiadecapa/videos/materia-de-capa-cidades-do-futuro
Enjoy it!
Bom dia!
No Fórum de Competitividade de Internet of Things podemos ver as palestras do dia 28 de agosto de 2013.
Bons estudos!
http://www.iotbrasil.com.br/
domingo, 13 de janeiro de 2013
Pulseirinha em criança perdida também é aplicação de Internet das Coisas!
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1214142-pulseira-high-tech-ajuda-a-encontrar-crianca-na-praia.shtml
Primeiro, foram as palmas e as pulseirinhas de papel. Depois, as tendas e os bandeirões coloridos. Agora, pulseiras de silicone à prova d'água ligadas a um sistema eletrônico são as novas estratégias disponíveis aos pais para ajudar a localizar filhos perdidos na praia.
Veja mais no link acima.
Um abraço,
Martha
Primeiro, foram as palmas e as pulseirinhas de papel. Depois, as tendas e os bandeirões coloridos. Agora, pulseiras de silicone à prova d'água ligadas a um sistema eletrônico são as novas estratégias disponíveis aos pais para ajudar a localizar filhos perdidos na praia.
Veja mais no link acima.
Um abraço,
Martha
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Fórum IoT Brasil - Boas Festas!
É com satisfação que conto sobre o evento do último dia 7 de dezembro, quando aconteceu o encerramento dos encontros do Fórum IoT Brasil.
As atividades em 2012 foram encerradas com um evento muito bem avaliado e com o record de participantes, na sede do ITS, em São Paulo.
As atividades em 2012 foram encerradas com um evento muito bem avaliado e com o record de participantes, na sede do ITS, em São Paulo.
Os slides de todas as apresentações e as fotos estão no site do
Fórum www.iotbrasil.com.br .
Para 2013, são muitos desafios!
O maior deles, já tem data certa!
Será o evento realizado em conjunto com o projeto PROBE-IT da
Comunidade Europeia e com apoio e participação de diversas instituições e
palestrantes estrangeiros, além de trazer ao Brasil novidades como os testes de
interoperabilidade de aplicações, leitores, tags.
“Save de date” em sua agenda: semana de 20 a 24 de
maio de 2013.
Será um evento com diversidade de temas e focos e que deverá ser
de seu interesse quer você seja um usuário, um desenvolvedor, um pesquisador, um
fornecedor, seja de empresa pública ou privada, ou de uma ONG.
Acompanhe com atenção esse assunto e planeje seu engajamento
amplo, considerando inclusive as oportunidades para merchandising que o
evento propiciará visando suportar as despesas de realização.
Boas Festas! Até 2013!
Martha Simas
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Chips em vacas grávidas avisam veterinário sobre as primeiras contrações do parto
http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/ethevaldo-siqueira/2012/11/20/CHIPS-EM-VACAS-GRAVIDAS-AVISAM-VETERINARIO-SOBRE-AS-PRIMEIRAS-CONTRACOES-DO-PARTO.htm
Voltando a escrever, ou melhor, "postar"!
Ouçam a notícia acima sobre RFID e as Vacas Grávidas na Europa. É fantástico! Quando será que as vacas brasileiras estarão "chipadas" assim?! Os ganhos são muitos: produtividade, qualidade, fertilidade etc. Vamos aguardar!
Abraços,
Martha
Voltando a escrever, ou melhor, "postar"!
Ouçam a notícia acima sobre RFID e as Vacas Grávidas na Europa. É fantástico! Quando será que as vacas brasileiras estarão "chipadas" assim?! Os ganhos são muitos: produtividade, qualidade, fertilidade etc. Vamos aguardar!
Abraços,
Martha
sábado, 4 de agosto de 2012
22 de Agosto - Palestra sobre Internet das Coisas com o Professor Amazonas
http://www.fdte.org.br/index.php/sala-de-imprensa/eventos/201-cafe-a-tecnologia-internet-das-coisas
Café & Tecnologia é um programa mensal da FDTE onde são ministradas palestras sobre temas pertinentes à engenharia e inovação. Neste mês de agosto teremos a presença do Professor Dr. José Roberto Amazonas sobre Internet das Coisas.
Aproveite para navegar no meu blog e conhecer outras ações e o Fórum sobre IoT que acontece em São Paulo.
Abraços,
Martha Simas
Café & Tecnologia é um programa mensal da FDTE onde são ministradas palestras sobre temas pertinentes à engenharia e inovação. Neste mês de agosto teremos a presença do Professor Dr. José Roberto Amazonas sobre Internet das Coisas.
Aproveite para navegar no meu blog e conhecer outras ações e o Fórum sobre IoT que acontece em São Paulo.
Abraços,
Martha Simas
segunda-feira, 9 de julho de 2012
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